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Dólar cai para R$ 4,72 após elevação de nota de crédito do Brasil

Mercado financeiro reage positivamente após melhoria na classificação de risco do Brasil pela agência Fitch

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O dólar, que estava em queda pela terceira vez consecutiva, voltou a se aproximar de R$ 4,70, atingindo o menor valor do ano (foto: reprodução - Tag Notícias)
O dólar, que estava em queda pela terceira vez consecutiva, voltou a se aproximar de R$ 4,70, atingindo o menor valor do ano (foto: reprodução - Tag Notícias)

A melhoria da nota de classificação de risco do Brasil pela agência Fitch trouxe um dia de otimismo ao mercado financeiro. O dólar, que estava em queda pela terceira vez consecutiva, voltou a se aproximar de R$ 4,70, atingindo o menor valor do ano. A bolsa de valores também reagiu positivamente, iniciando a sessão em baixa, mas revertendo o movimento e acumulando a quinta alta seguida.

O dólar comercial encerrou a quarta-feira (26) cotado a R$ 4,728, com queda de R$ 0,029 (-0,46%). Após o comunicado da Fitch, a cotação da moeda começou a cair e encerrou próxima da mínima do dia. Esse é o menor nível do dólar desde abril do ano passado, representando uma queda de 1,29% em julho e 10,45% no acumulado de 2023.

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O mercado de ações também registrou ganhos, com o índice Ibovespa da B3 fechando em 112.560 pontos, com alta de 0,45%. Ainda que ações de petroleiras e mineradoras tenham apresentado queda, ações de bancos e varejistas sustentaram o desempenho positivo da bolsa. O Ibovespa atingiu o nível mais alto desde agosto de 2021.

A decisão da Fitch de elevar a nota do país para BB, contra BB- anteriormente, com perspectiva estável, animou os investidores do mercado doméstico. A agência atribuiu essa decisão ao desempenho macroeconômico e fiscal melhor que o esperado da economia brasileira, o que tende a atrair mais capital financeiro para o país.

No cenário internacional, a elevação dos juros básicos dos Estados Unidos em 0,25 ponto percentual foi esperada pelas instituições financeiras. Apesar da taxa básica de juros da maior economia do mundo estar no maior nível desde 2001, os investidores acreditam que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) encerrou o ciclo de altas que começou em abril do ano passado. Essa decisão beneficia países emergentes, como o Brasil, que tendem a atrair mais investimentos.

Sarah Oliveira
Sarah Oliveira
Uma amante das palavras em uma jornada incessante de descoberta. Originária de São Paulo, encontro nas nuances da linguagem minha paixão. Com formação em Comunicação, tenho o prazer de guiar você pelos intrincados caminhos das notícias, oferecendo uma perspectiva única sobre o que acontece no Brasil e no mundo.