Morre Robson Gracie, a ‘lenda’ do jiu-jitsu brasileiro, aos 88 anos

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Ele era o segundo filho do fundador da arte marcial no Brasil, o mestre Carlos Gracie, e iniciou sua trajetória como lutador ainda criança.

O país perdeu nesta sexta-feira (29) um dos grandes nomes do jiu-jitsu brasileiro, Robson Gracie, que faleceu no Rio de Janeiro aos 88 anos de idade.

Nos anos 1950, Robson Gracie estreou no vale-tudo, esporte que ajudou a popularizar e difundir pelo mundo.

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O faixa vermelha, mais alto grau do jiu-jitsu, chegou a ser contratado na década de 1980 como guarda-costas do então governador do Estado do Rio de Janeiro, Leonel Brizola. Além disso, Robson Gracie também ocupou o cargo de presidente da Superintendência de Desportos do Estado do Rio (Suderj) e da Federação de Jiu-Jítsu do Estado, contribuindo para a gestão e desenvolvimento do esporte.

Nascido em 1935, no Rio de Janeiro, Robson Gracie se destacou desde cedo na família Gracie, participando do programa “Heróis do Ringue” e vencendo grandes nomes como Artur Emídio e Valdo Santana, irmão do maior rival de seu tio Hélio Gracie, Valdemar Santana. Com suas vitórias e ensinamentos, Robson Gracie ajudou a pavimentar e construir o jiu-jitsu atual, além de influenciar o desenvolvimento do MMA.

 


Outro destaque na carreira de Robson Gracie foi sua ênfase na defesa pessoal como uma ferramenta de proteção e socialização das pessoas. Ele foi presidente da Federação de Jiu-Jitsu do Rio de Janeiro, a entidade mais antiga da arte suave, por longos anos. Robson Gracie deixa um legado e será sempre lembrado por suas contribuições para o esporte brasileiro.

 

Sarah Oliveira
Sarah Oliveira

Uma amante das palavras em uma jornada incessante de descoberta. Originária de São Paulo, encontro nas nuances da linguagem minha paixão. Com formação em Comunicação, tenho o prazer de guiar você pelos intrincados caminhos das notícias, oferecendo uma perspectiva única sobre o que acontece no Brasil e no mundo.

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