Logo
Virou notícia, virou Tag!

Laudo do IML indica que professora morta em caso brutal no RJ foi queimada ainda viva

Corpo da professora foi encontrado poucas horas após ela ligar para a mãe e informar o sequestro, pedindo R$ 2 mil

Facebook
Twitter
LinkedIn
Laudo do IML indica que professora morta foi queimada ainda viva (Foto: Reprodução)
Laudo do IML indica que professora morta foi queimada ainda viva (Foto: Reprodução)

O terrível assassinato da professora Vitória Romana Graça, de 26 anos, chocou a cidade e ganhou um novo nível de horripilância com a revelação de um laudo do Instituto Médico-Legal (IML).

O documento aponta que Vitória ainda estava viva quando seu corpo foi incendiado em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio, na madrugada da última sexta-feira.

A causa de sua morte foi determinada como aspiração de fuligem, decorrente das circunstâncias horríveis em que foi submetida.

O corpo da jovem foi encontrado por moradores na Praça Damasco, após ela ter desaparecido na noite anterior. Ela estava a caminho de encontrar a mãe de sua ex-namorada e a adolescente de 14 anos que havia sido sua parceira.

O IML revelou que a vítima morreu enquanto inalava a fumaça proveniente das chamas.

A polícia acredita que Vitória pode ter sido transportada em uma mala antes de ser queimada, com base em ferragens e tecidos encontrados no local do crime.

Leia também: Delegado da PF é baleado na cabeça durante ação policial no litoral de SP

Ainda que o sequestro tenha envolvido extorsão, a motivação do crime permanece um mistério.

A mãe de Vitória relatou que seu último contato com a filha foi às 5h do dia de sua morte, quando Vitória afirmou, com voz chorosa, que havia sido sequestrada e que precisava que a mãe pagasse R$ 2 mil aos criminosos.

Durante tentativas de ligação posteriores, a mãe foi atendida por um homem e uma mulher exigindo dinheiro.

O relacionamento de Vitória com a mãe de sua ex-namorada aparentemente estava marcado por tensões financeiras. Um amigo da vítima revelou que Vitória expressou sua frustração com o fato de ter que arcar com despesas da família da ex-namorada.

A mãe da adolescente suspeita apareceu na escola onde Vitória trabalhava, pedindo para falar com ela “fora do local de trabalho”.

O caso tem sido marcado por detalhes sombrios e perturbadores, que culminaram na apreensão da adolescente com quem Vitória teve um relacionamento.

A adolescente nega envolvimento no crime e alega que, na noite em que Vitória desapareceu, estava sob efeito de um medicamento.

Débora Carvalho
Débora Carvalho
Uma apaixonada por histórias e uma contadora nata. Com base em Belo Horizonte, curso Jornalismo e alimento minha curiosidade incessante por notícias e cultura pop. Se você procura uma abordagem vibrante e envolvente, está no lugar certo!